Radio Helio Locutor

segunda-feira, 12 de março de 2018

PREVISÃO DO TEMPO

Segunda-feira (12/03):
Tempo: sol com aumento de nuvens no decorrer do dia e chuva isolada entre a tarde e a noite no Planalto Sul, Litoral Sul e Grande Fpolis, devido à passagem de uma frente fria de fraca atividade no mar. Não há previsão de chuva significativa.
Temperatura: diminui um pouco no final do dia.
Vento: sul a sudeste, fraco a moderado.

Terça-feira (13/03):
Tempo: sol com aumento de nuvens e pancadas de chuva no período da tarde e noite no Oeste e Meio Oeste. Nas demais regiões, somente aumento de nebulosidade.
Temperatura: elevada.
Vento: sudeste a nordeste, fraco a moderado.

Quarta-feira (14/03):
Tempo: aumento de nebulosidade e condição de chuva com trovoadas no decorrer do dia em todo o estado, começando pelo Oeste, devido a um sistema de baixa pressão.
Temperatura: estável com sensação de ar abafado.
Vento: nordeste, fraco a moderado com rajadas.

Quinta-feira (15/03):
Tempo: chuva com trovoadas no decorrer do dia em todo o estado, melhorando um pouco no final do dia.
Temperatura: estável com sensação de ar abafado.
Vento: nordeste, fraco a moderado com rajadas.

TENDÊNCIA de 16 a 26 de março de 2018

Dia 20/03 às 13h15min começa o outono no Hemisfério Sul!
Período de tempo mais firme em SC, sem chuva significativa. A temperatura segue mais elevada nesse período.

Marcelo Martins – Meteorologista

sábado, 10 de março de 2018

A DEFESA CIVIL NO BRASIL

Foto 01 Defesa Civil Brasil
O Brasil as ações de proteção e defesa civil são desenvolvidas no âmbito do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil - SINPDEC, constituído pelos órgãos e entidades da administração pública federal, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios e pelas entidades públicas e privadas de atuação significativa na área de proteção e defesa civil.
Todos os Estados brasileiros possuem um órgão responsável por desenvolver as atividades de proteção e defesa civil em seus respectivos territórios.
A Lei nº 12.608 de 10 de abril de 2012, estabelece que é dever da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios adotar as medidas necessárias à redução dos riscos de desastres incorporando as ações de proteção e defesa civil nos seus respectivos planejamentos.
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil vem incentivando, em parceria com os Estados, a implantação de órgãos municipais de proteção e defesa civil responsáveis pela execução, coordenação e mobilização de todas as ações de proteção e defesa civil no município.
É de grande importância a criação de um órgão específico que trate da gestão de risco e da gestão do desastre no município, porque é no município que os desastres acontecem e a ajuda externa normalmente demora a chegar.
É necessário que a população esteja organizada e preparada, e orientada sobre o que fazer e como fazer.
A principal atribuição do órgão municipal de proteção e defesa civil é conhecer e identificar os riscos de desastres no município.
A partir deste conhecimento é possível preparar-se para enfrentá-los, com a elaboração de planos específicos para prevenir e mitigar os riscos de desastres, preparar para a redução dos desastres, responder e recuperar os efeitos do desastres.
Mas somente planos bem elaborados pelos órgãos de governo não são suficientes. É preciso que a comunidade participe das atividades de proteção e defesa civil no município, organizando-se em Núcleos de Proteção e Defesa Civil que irão auxiliar o órgão municipal, desde o planejamento até a execução das ações de defesa civil.

Foto 02
Carimbo da Defesa Civil Brasil

As primeiras ações, estruturas e estratégias de proteção e segurança dirigidas à população, tanto no Brasil como no resto do mundo, foram realizadas nos países envolvidos na Segunda Guerra Mundial.
O primeiro país a preocupar-se com a segurança de sua população foi a Inglaterra que instituiu a CIVIL DEFENSE (Defesa Civil), após os ataques sofridos entre 1940 e 1941, quando foram lançadas toneladas de milhares de bombas sobre as principais cidades e centros industriais ingleses, causando milhares de perdas de vida na população civil.
No Brasil o tema começou a ser tratado em 1942, após o afundamento dos navios militares Baependi, Araraquara e Aníbal Benévolo no litoral de Sergipe e do vapor Itagiba no litoral do estado da Bahia.
Na tarde de 17 de agosto, as vitimas do vapor Itagiba são resgatadas pelo cargueiro Arará que também é torpedeado pelo submarino alemão U-507 e vem à pique causando a morte de 20 tripulantes e 36 passageiros civis, entre eles mulheres e crianças.
A notícia dos afundamentos fez com que a população brasileira fosse às ruas exigindo do governo uma resposta imediata aos ataques, que culminou com a declaração de guerra do Brasil contra a Alemanha e a Itália e a criação do Serviço de Defesa Passiva Antiaérea, em agosto de 1942.
Em 1943, a denominação de Defesa Passiva Antiaérea é alterada para Serviço de Defesa Civil, sob a supervisão da Diretoria Nacional do Serviço da Defesa Civil, do Ministério da Justiça e Negócios Interiores. Este órgão é extinto em 1946, bem como, suas Diretorias Regionais criadas nos Estados, Territórios e no Distrito Federal.
Hoje, em todo o mundo, a Defesa Civil, se organiza em sistemas abertos com a participação dos governos locais e da população no desencadeamento das ações preventivas e de resposta aos desastres, seguindo o princípio da Defesa Comunitária.  
O Brasil começou a se estruturar em função de fortes chuvas que assolaram a região Sudeste entre 1966 e 1967, provocando enchentes no Estado da Guanabara e deslizamentos na Serra das Araras/RJ e Caraguatatuba/SP.
Foi constituído um Grupo de Trabalho, no âmbito do Estado da Guanabara, com a finalidade de estudar a mobilização dos diversos órgãos estaduais em casos de catástrofes. Este grupo elaborou o Plano Diretor de Defesa Civil do Estado da Guanabara que criou as Coordenadorias Regionais de Defesa Civil - REDEC, definiu atribuições para cada órgão componente do Sistema Estadual de Defesa Civil e organizou a primeira Defesa Civil Estadual do Brasil.
Em consequência das fortes chuvas que assolaram a região Sudeste e da seca no Nordeste entre 1966 e 1967, foi criado, em 1967, o Ministério do Interior com a competência, entre outras,  de assistir as populações atingidas por calamidade pública em todo território nacional.
No final da década de 60, foram instituídos no Ministério do Interior, o Fundo Especial para Calamidades Públicas (FUNCAP) e o Grupo Especial para Assuntos de Calamidades Públicas - GEACAP (embrião da SEDEC) com incumbência de prestar assistência a defesa permanente contra as calamidades públicas.
A proposta de pensar a Defesa Civil como estratégia para redução de riscos de desastres veio por meio do Decreto nº 97.274, de 16.12.1988 que organizou pela primeira vez o Sistema Nacional de Defesa Civil- SINDEC.
Foto 03  Selo da Defesa Civil Brasil
Um ano depois a Assembleia Geral da ONU, realizada em 22 de dezembro, aprovou a Resolução 44/236, que estabelecia o ano de 1990 como início da Década Internacional para Redução dos Desastres Naturais (DIRDN).
O objetivo central da campanha era a redução de perdas de vidas, danos e transtornos sócio-econômicos, especialmente nos países em desenvolvimento, provocados por desastres naturais como escorregamentos, terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis, inundações, vendavais, seca e desertificação, incêndios, pragas, além de outras calamidades de origem natural.
Para atender o compromisso firmado na Resolução 44/236, o Brasil elaborou um plano nacional de redução de desastres para a década de 90 que estabelecia metas e programas a serem alcançados até o ano 2.000 conhecido como Política Nacional de Defesa Civil - PNDC estruturada em quatro pilares: prevenção, preparação, resposta e reconstrução. Além das metas contidas na PNDC o plano previa ainda:
1.    A reestruturação da SEDEC como Secretaria Especial de Defesa Civil.
2.    A classificação, tipificação e codificação de desastres, ameaças e riscos, embasados na realidade brasileira (O Codar codificou e caracterizou 154 desastres possíveis de ocorrer no Brasil).
3.    A organização dos Manuais de Planejamento em Defesa Civil.
4.    A criação de um programa de capacitação em desastres, com o enfoque na preparação de gestores nacionais, estaduais, municipais e de áreas setoriais para atuarem em todo o território nacional.
Na década de 2.000 o foco de atuação da SEDEC foi o gerenciamento dos desastres e a capacitação de agentes locais de defesa civil.
Em 2009 foi realizada a 1ª Conferência Nacional de Defesa Civil e Assistência Humanitária, cujos 1.500 delegados representantes dos Estados, Distrito Federal e Municípios brasileiros, destacaram a importância do fortalecimento das instituições de Defesa Civil municipais. Ao final da etapa nacional foram aprovadas 104 diretrizes.
A segunda dezena do século XXI caracteriza-se pela retomada dos princípios de redução de desastres, destacando as seguintes ações:
·         Implantação do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil.
·         Construção do Banco de Dados de Registros de Desastres.
·         Mapeamento dos riscos de desastres no Brasil.
·         Confecção do Atlas Brasileiro de Desastres Naturais.
·         Aprovação da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil - PNDEC.
·         Implantação do sistema de informações e monitoramento de desastres.
·         Organização do Sistema Nacional de Proteção Civil - SINPDEC, entre outras ações de gestão de riscos e desastres.

·         Realização da 2ª Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil.

A defesa civil foi constituída no Brasil afim de auxiliar as vitimas de fenomenos naturais e desastres provocado pela natureza ou pelo homem.


Texto: Hélio/CPDC

Fonte: http://www.mi.gov.br/defesa-civil-no-brasil-e-no-mundo

Foto 01  Figura da Defesa Civil Brasil
Foto 02  Figura do Carimbo da Defesa Civil do Brasil
Foto 03 Figura do Selo da Defesa Civil o Brasil

terça-feira, 6 de março de 2018

A MODERNA DEFESA CIVIL

Foto 01

Com o advento da Segunda Guerra Mundial, os ataques atingiam indistintamente a população e os exércitos, pois os grandes complexos industriais estavam inseridos nas grandes cidades. Logo, com taxa de urbanização elevada consequentemente a densidade demográfica também seria elevada.


O povo seria atingido de forma mais direta pelos grandes bombardeio, que não mensuravam alvos e sim a destruição em massa, logo a diminuição do moral, não somente da tropa, mas de toda uma nação.
No caso do Japão (bombas atômicas) e Alemanha, os norte-americanos e seus aliados lançavam de seus aviões bombas poderosas o suficiente para destruir quarteirões inteiros e abrigos subterrâneos, onde se protegiam mulheres e crianças. A população civil era estrategicamente visada para reduzir o moral dos exércitos inimigos. A defesa civil teve papel importante no socorro às vítimas, principalmente no Japão.
Foto 02: 
O sistema de defesa civil dos orientais é muito mais antigo e eficaz do que do ocidente. Devido alto grau de organização e mobilização dos japoneses, o ataque norte-americano a Hiroshima e Nagasaki, foi absorvido por toda a comunidade que reagiu rapidamente e com precisão, apesar dos imensos estragos e impacto físico e psicológico. Quando das explosões das bombas atómicas no Japão, de um total de 500.000 pessoas, aproximadamente 200.000 foram evacuadas, em torno 150.000 morreram, 80.000 só em Hiroshima, mais de 100.000 ficaram feridas em ambas cidades. Em dez dias as indústrias japonesas da região atingida estavam trabalhando com 70% de sua capacidade.

Na Alemanha, após os bombardeios gigantes, a população ficou paralisada. Não havia uma defesa civil eficiente e organizada, apesar da máquina de guerra alemã ser invejável. Portanto, uma defesa civil organizada e treinada é de suma importância para a mobilização de toda uma população em casos de emergências e calamidades públicas, formando assim, uma rede de ajuda e socorro.
Foto 03 JIJI PRESS / AFP



Escrito: HELIOCMPDC
Fonte: https://jornalggn.com.br/noticia/a-bomba-de-hiroshima-em-gaza-por-urariano-mota
Fotos:01 02 03

segunda-feira, 5 de março de 2018

PREVISÃO DO TEMPO PARA SANTA CATARINA

Próximos dias com tempo mais fechado no litoral catarinense

No Oeste e Meio Oeste presença de sol e chuva isolada

Segunda e terça-feira (05 e 06/03):
Tempo: presença de sol com aumento de nebulosidade e pancadas de chuva com raios a partir da tarde do Oeste ao Litoral sul. Na Grande Florianópolis e Região Norte com mais nuvens com aberturas de sol e condição de chuva ocasional.
Temperatura: em elevação durante o dia.
Vento: nordeste a sul, fraco a moderado com rajadas.
Sistema: cavado (baixa pressão) no litoral sul do Brasil com elevados índices de calor e umidade.

Quarta-feira (07/03):
Tempo: sol com algumas nuvens no Oeste ao Litoral sul. Nas demais regiões, muitas nuvens com chuva isolada no decorrer do período.
Temperatura: amena, mais baixa no período noturno.
Vento: sudoeste a sudeste, fraco a moderado com rajadas mais no Litoral.

Quinta-feira (08/03):
Tempo: sol com algumas nuvens em SC.
Temperatura: amena, mais baixa no período noturno.
Vento: sul a sudeste, fraco a moderado com rajadas no Litoral.

TENDÊNCIA de 09 a 19 de março de 2018
Tempo mais seco até o dia 13/03 em SC. A partir do dia 14/03 volta a ocorrer pancadas de chuva entre a tarde e noite em todas as regiões.
Clóvis Corrêa – Meteorologista

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

PREVISÃO DO TEMPO NESTA SEMANA

Semana com sol e pancadas de chuva frequente em SC

Segunda-feira (26/02):
Tempo: sol com algumas nuvens em SC. No decorrer da tarde e noite ocorrem pancadas isoladas de chuva com raios na maioria das regiões.
Temperatura: em elevação em todo o estado.
Vento: nordeste a sudeste, fraco a moderado.
Sistema: a partir da tarde convecção associada ao calor e um cavado no RS.

Terça-feira (27/02):
Tempo: sol com algumas nuvens em SC. No decorrer da tarde e noite ocorrem pancadas isoladas de chuva com raios na maioria das regiões.
Temperatura: em elevação em todo o estado.
Vento: nordeste, fraco a moderado.
Sistema: a partir da tarde convecção associada ao calor e um cavado no RS.

Quarta a sexta-feira (28/02 a 02/03):
Tempo: sol com variação de nuvens e pancadas de chuva com raios a partir da tarde.
Temperatura: elevada com sensação de ar abafado.
Vento: nordeste/leste a sudeste, fraco a moderado.

TENDÊNCIA de 03 a 12 de março de 2018

Março começa com chuva bem distribuída e frequente em todo o Estado, com temperatura mais elevada. A partir do dia 07/03 a temperatura diminui com a chegada de um sistema de alta pressão.
Gilsânia Cruz – Meteorologista

domingo, 25 de fevereiro de 2018

DIFERENÇAS CULTURAIS NA DEFESA CIVIL

Pag 05


Foto 01
Após a historia do Egito e a logística humanitária construída pelo governador José que manteve o povo com alimento no período da seca veio outros tempos onde  no Ocidente ao contrário do Oriente, a população começou a ser deixada à sua própria sorte, não tendo do poder público uma proteção adequada.
No caso do Império Chinês, havia sistemas bem delineados de defesa civil, as cidades eram planejadas de forma a proteger os colonos em caso de guerra, e, em caso de calamidades os imperadores chineses e sua administração tinham uma completa rede de informação e socorro à população comum.
Já no Ocidente não era bem assim, nas Grécia e Roma antigas, a população externa ao aglomerado urbano, era relevada a sua própria sorte, pois, com as cidades cercadas por muralhas, uma vez fechadas, em caso de ataques ou catástrofes, somente eram abertas após a cessação do perigo, o envio de ajuda era muito escasso.

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Trabalho sobre "O Papel da Defesa Civil na Sociedade"
Autor: Hélio/ CMPDC
Foto 01:  Proteger o povo de si mesmo é proteger as pessoas da  democracia,  .
Fonte :http://dagobah.com.br/proteger-o-povo-de-si-mesmo-e-proteger-as-pessoas-da-democracia/


RIO NILO

                                                                                                                                  Pag 04

Foto 01 Rio Nilo 
 O Nilo representa a grande fonte de vida dos egípcios desde a Era Antiga, quando dividia a região imperial entre Alto e Baixo Egito. As inundações também proporcionaram desastres de altas proporções, destruindo vilarejos e plantações. O Rio Nilo é considerado o segundo maior do mundo, perdendo apenas para as águas do Rio Amazonas que também simboliza a primeira bacia hidrográfica de todo mundo, segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Nilo, onipresente rio do Egito!
          Chamado de “Grande Rio” pelos antigos egípcios. Marca registrada do noroeste africano, nascendo no eixo sul da linha do Equador e se encontra com o Mar Mediterrâneo. Grande parte das plantações egípcias necessita diretamente do rio como sistema de irrigação.
           A bacia hidrográfica do Nilo possui 3,4 milhões de km², que abrangem regiões como: Uganda, Quénia, Ruanda, Tanzânia, Congo, Sudão, Burundi, Etiópia, e claro, Egito. Cada país possui milhares de quilômetros abrangidos pelo Nilo.
Estrutura do Rio Nilo!
                Formação concedida por causa da confluência de três rios: Nilo Branco, Nilo Azul e Lagoa Vitória, considerado o segundo maior lago do planeta e primeiro do continente africano. Quando deságua no Mediterrâneo, deposita quase três mil metros cúbicos de água por segundo.
              A usina hidrelétrica de Assuão representa fonte de energia ao Egito e para outras nações vizinhas. Por causa da matéria orgânica que chega pelas cheias, grande parte da sua extensão é considerada fértil aos animais e cultura agrícola presente no entorno. Está dividido em duas partes principais: Vale e Delta!
Vale do Nilo: Composto por quinze quilômetros nos dois lados existentes ao redor da extensão.
               
Foto 02 Antigo Egito 

Delta do Nilo: Local onde o Nilo deságua no mar, se dividindo em dezenas de efluentes. Somente os de Roseta e Damietta (dois maiores canais da região) contêm extensão de 9.600 km² com área fértil. Composta por uma planície cujo formato triangular tem 160 km de comprimento por 250 km de largura. Representa a região que recebeu forte influência no período helênico. Local onde estava localizado o conhecido Baixo Egito durante a antiguidade.
Caminhos do Nilo
            Ao longo da bacia hidrográfica, o rio recebe nomes diferentes. Na saída do Lago Vitória é chamado de Nilo Vitória. O Rio Kagera representa afluente mais remoto do Nilo, por representar principal zona de afluência do Lago Vitória. Chega ao Lago Alberto e muda para a mesma classificação. Chegando à região do Sudão recebe o cognome de Al-Jabal, cuja tradução significa: “O montanhoso”.
           Depois de atravessar o Pântano do Sudão, se aproxima da região do Malakal, recebendo alcunha de   Nilo Branco. Na sequência, acontece encontro fluvial com Cartum no qual as águas são chamadas de Nilo Azul, afluente que vem de forma direta da Etiópia. Em Cartum acontece a última grande afluência no Rio Atbara.

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Trabalho O papel da defesa civil na sociedade
Autor  do trabalho: Helio/CPDC
Figura 01: Rio Nilo
Fonte:http://meioambiente.culturamix.com/recursos-naturais/rios-do-egito
Escrito por: Renato Duarte Plantier

Candidato a Vereador Hélio de Bairros 55.199

  Projeto do candidato a Vereador Hélio de Bairros 55.199 Minha missão como vereador é  Em Defesa Do Povo  -   Defender o Servidor Publico M...